Votar agora pode valer como prova de vida do INSS; entenda como funciona
Quem faltou ao primeiro turno não está impedido de usar a votação do segundo turno como prova de vida. O INSS e a Justiça Eleitoral agora cruzam os dados automaticamente, sem necessidade de documentos ou ida a uma agência.
A integração já funcionou em 2024, quando cerca de 5 milhões de pessoas tiveram a prova de vida atualizada por meio das eleições. A regra é especialmente relevante para os mais velhos: quase metade dos eleitores com 70 anos ou mais faltou ao primeiro turno neste ano, e a abstenção chegou a 73 por cento entre os que têm 80 anos ou mais.
Votar não substitui a regularização da ausência, e não votar não bloqueia o benefício automaticamente. Ainda assim, a mudança mostra como o poder público pode alcançar as pessoas onde elas já estão, em vez de obrigá-las a enfrentar filas.