Frango não tem partido: agro brasileiro defende equilíbrio entre China e EUA após eleição
Com Flávio Bolsonaro à frente de Lula no primeiro turno, Pequim observa com cautela a eleição brasileira. A analista Larissa Wachholz afirma que a China teme um alinhamento maior da América Latina aos EUA sob Trump e prioriza estabilidade jurídica para investir.
O agro brasileiro reage: 'Frango não tem partido', diz Ricardo Santin, da ABPA. O setor, que representa 35% do PIB e abastece 170 países, defende equilíbrio entre China e EUA e rejeita confronto ideológico.
Investimentos chineses em portos e contêineres refrigerados tornam as exportações de carne mais competitivas. Para Marcos Jank, o Brasil precisa se dar bem com as duas potências, sem ceder à pressão imperialista dos EUA.