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Um novo e gigantesco estudo de governança com 145 países derruba dois mitos de uma vez: o mundo não está correndo para a democracia liberal, mas também não está mergulhando em um abismo autoritário global. O Índice Berggruen de Governança revela quatro 'mundos' de governança extremamente estáveis — e prova que até o retrocesso democrático mais sombrio pode ser revertido.

As evidências são poderosas: a Hungria acabou de derrotar nas urnas um projeto autoritário de 16 anos, o Brasil se recuperou após Bolsonaro e reconstroi a responsabilização democrática sob Lula, enquanto a América de Trump perde terreno em qualidade democrática e capacidade estatal. A extrema direita pode vencer batalhas, mas os dados mostram que o declínio institucional não é permanente — a democracia pode revidar.

A democracia não morreu: novo estudo global mostra que a onda autoritária da extrema direita está travando

Um novo e gigantesco estudo de governança com 145 países derruba dois mitos de uma vez: o mundo não está correndo para a democracia liberal, mas também não está mergulhando em um abismo autoritário global. O Índice Berggruen de Governança revela quatro 'mundos' de governança extremamente estáveis — e prova que até o retrocesso democrático mais sombrio pode ser revertido.

As evidências são poderosas: a Hungria acabou de derrotar nas urnas um projeto autoritário de 16 anos, o Brasil se recuperou após Bolsonaro e reconstroi a responsabilização democrática sob Lula, enquanto a América de Trump perde terreno em qualidade democrática e capacidade estatal. A extrema direita pode vencer batalhas, mas os dados mostram que o declínio institucional não é permanente — a democracia pode revidar.