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O Ministério da Fazenda confirmou que as alíquotas do novo Imposto Seletivo, o chamado imposto do pecado, só serão discutidas depois das eleições. O governo pretende enviar ao Congresso os termos do acordo fechado com os setores afetados.

Criado pela reforma tributária, o tributo vai incidir sobre produtos e serviços considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente, como bebidas alcoólicas, refrigerantes, cigarros, veículos mais poluentes e a extração de bens minerais. A expectativa é arrecadar cerca de R$ 41,9 bilhões em 2027.

Além de arrecadar, a ideia é usar o imposto como ferramenta regulatória para desestimular o consumo de itens danosos. Adiar a disputa política para depois das urnas mostra o quanto o tema ainda é sensível, mesmo para um governo que apresenta a medida como uma vitória da saúde pública e do meio ambiente.

Imposto do pecado: definição de alíquotas fica para depois das eleições

O Ministério da Fazenda confirmou que as alíquotas do novo Imposto Seletivo, o chamado imposto do pecado, só serão discutidas depois das eleições. O governo pretende enviar ao Congresso os termos do acordo fechado com os setores afetados.

Criado pela reforma tributária, o tributo vai incidir sobre produtos e serviços considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente, como bebidas alcoólicas, refrigerantes, cigarros, veículos mais poluentes e a extração de bens minerais. A expectativa é arrecadar cerca de R$ 41,9 bilhões em 2027.

Além de arrecadar, a ideia é usar o imposto como ferramenta regulatória para desestimular o consumo de itens danosos. Adiar a disputa política para depois das urnas mostra o quanto o tema ainda é sensível, mesmo para um governo que apresenta a medida como uma vitória da saúde pública e do meio ambiente.

Autor: Ivan Carlos

Publicado: 2026-10-08 21:10

Atualizado: 2026-10-08 21:10

Fontes