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O presidente Trump ampliou a operação antidrogas dos EUA dentro do território do Equador, com navios de guerra, helicópteros Black Hawk e lanchas patrulhando a costa do Pacífico. A ofensiva conjunta escancara a crescente presença militar de Washington na América Latina sob o guarda-chuva do programa Escudo das Américas.

A escalada levanta alarmes: ataques contra supostas embarcações de traficantes já teriam causado mais de 200 mortes, e organizações de direitos humanos denunciam que barcos de pesca artesanal estão na mira. O presidente de direita Daniel Noboa facilitou a entrada de militares americanos sem visto e com imunidade migratória por 180 dias, ignorando o referendo de 2025 que rejeitou bases militares permanentes dos EUA no país.

Mais do que combate ao narcotráfico, a operação escancara uma intervenção imperialista que atropela a soberania equatoriana e coloca vidas civis em risco. As comunidades locais e as vítimas dessa guerra militarizada merecem justiça, não mais bombas.

Trump leva operação antidrogas dos EUA para o Equador em escalada militar perigosa

O presidente Trump ampliou a operação antidrogas dos EUA dentro do território do Equador, com navios de guerra, helicópteros Black Hawk e lanchas patrulhando a costa do Pacífico. A ofensiva conjunta escancara a crescente presença militar de Washington na América Latina sob o guarda-chuva do programa Escudo das Américas.

A escalada levanta alarmes: ataques contra supostas embarcações de traficantes já teriam causado mais de 200 mortes, e organizações de direitos humanos denunciam que barcos de pesca artesanal estão na mira. O presidente de direita Daniel Noboa facilitou a entrada de militares americanos sem visto e com imunidade migratória por 180 dias, ignorando o referendo de 2025 que rejeitou bases militares permanentes dos EUA no país.

Mais do que combate ao narcotráfico, a operação escancara uma intervenção imperialista que atropela a soberania equatoriana e coloca vidas civis em risco. As comunidades locais e as vítimas dessa guerra militarizada merecem justiça, não mais bombas.