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Uma escalada alarmante toma conta da Cisjordânia ocupada. Segundo novo relatório da organização israelense de direitos humanos Yesh Din, quase dois terços dos ataques de colonos em 2026 ocorreram nas Áreas A e B - territórios que, pelos Acordos de Oslo, deveriam estar sob controle palestino. É uma mudança perigosa em relação aos anos anteriores, quando a violência se concentrava na Área C.

Os números são assustadores: a ONU registrou uma média de cerca de 190 ataques de colonos por mês no início de 2026, com pelo menos 18 palestinos mortos. Enquanto isso, postos de colonos ilegais avançam por áreas palestinas, aparentemente com tolerância ou apoio do Estado israelense. Organizações de direitos humanos denunciam que essa pressão combinada está empurrando comunidades palestinas para fora de suas terras e destruindo a base territorial de um futuro Estado palestino.

Isto não é apenas uma crise de segurança - é um teste político e moral para a comunidade internacional. Ao permitir que a violência dos colonos vire ferramenta de deslocamento forçado e anexação, o mundo é obrigado a reagir. O povo palestino merece proteção, responsabilização e o direito de permanecer na sua terra.

Violência de colonos israelenses avança para o coração da Cisjordânia palestina

Uma escalada alarmante toma conta da Cisjordânia ocupada. Segundo novo relatório da organização israelense de direitos humanos Yesh Din, quase dois terços dos ataques de colonos em 2026 ocorreram nas Áreas A e B - territórios que, pelos Acordos de Oslo, deveriam estar sob controle palestino. É uma mudança perigosa em relação aos anos anteriores, quando a violência se concentrava na Área C.

Os números são assustadores: a ONU registrou uma média de cerca de 190 ataques de colonos por mês no início de 2026, com pelo menos 18 palestinos mortos. Enquanto isso, postos de colonos ilegais avançam por áreas palestinas, aparentemente com tolerância ou apoio do Estado israelense. Organizações de direitos humanos denunciam que essa pressão combinada está empurrando comunidades palestinas para fora de suas terras e destruindo a base territorial de um futuro Estado palestino.

Isto não é apenas uma crise de segurança - é um teste político e moral para a comunidade internacional. Ao permitir que a violência dos colonos vire ferramenta de deslocamento forçado e anexação, o mundo é obrigado a reagir. O povo palestino merece proteção, responsabilização e o direito de permanecer na sua terra.