Empresas são condenadas por pressionar trabalhadores a votar em Bolsonaro em 2022
A Justiça do Trabalho condenou empresas que usaram o poder patronal para tentar controlar o voto de funcionários nas eleições de 2022. A 6ª Turma do TST reconheceu a prática como assédio eleitoral e fixou indenizações por danos morais coletivos.
Entre os casos estão uma madeireira do Paraná e dois frigoríficos de Minas Gerais, onde trabalhadores sofreram coação, ameaças e distribuição de materiais de campanha. A decisão é uma vitória contra a intimidação política no ambiente de trabalho.
Nenhum trabalhador deveria ser obrigado a provar lealdade política para manter o emprego. A democracia se defende também dentro das empresas.