União histórica da esquerda gaúcha pode frear o bolsonarismo no RS
A eleição de 2026 no Rio Grande do Sul ganhou um novo protagonista: a unidade progressista. Pela primeira vez em décadas, brizolistas e petistas disputam o Piratini juntos, com Juliana Brizola (PDT) candidata a governadora e Edegar Pretto (PT) como vice. Manuela d'Ávila e Paulo Pimenta disputam o Senado pelo mesmo campo. O lema resume a virada: 'Lula lá, Brizola aqui.'
Do outro lado, a chapa bolsonarista de Luciano Zucco tenta transformar o estado em trincheira da extrema direita. Mas a história gaúcha mostra que o eleitor sabe usar o voto estratégico para impedir a vitória de quem mais rejeita. Com a centro-direita na disputa, cada voto pode definir quem chega ao segundo turno.
É a chance de derrotar o bolsonarismo nas urnas e provar que a união das esquerdas é um caminho para vencer. O campo progressista está organizado, o risco é real e a disputa pelo RS promete ser histórica.