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A administração Trump escalou a guerra comercial com um relatório bombástico que acusa o Brasil de ajudar a China a driblar tarifas dos EUA por meio de transbordo comercial. O país entrou na lista de alto risco de Washington, um movimento que pode redesenhar as relações comerciais nas Américas.

O assessor comercial da Casa Branca, Peter Navarro, afirma que Pequim estaria lavando exportações por outros países, e os EUA ameaçam tarifas retroativas e fiscalização com inteligência artificial. O relatório coloca o Brasil no nível 2, ao lado de Indonésia, Malásia, Tailândia, Turquia e Vietnã, enquanto Canadá, União Europeia, Índia, Israel, Japão, México, Coreia do Sul e Taiwan aparecem no nível 1.

Isso vai além de uma briga comercial: é um martelo político contra países que não se curvam à agenda tarifária de Washington. A soberania brasileira e o lugar do Brasil nas cadeias globais de suprimento estão em jogo.

EUA acusam Brasil de ajudar China a driblar tarifas e colocam país em lista de alto risco comercial

A administração Trump escalou a guerra comercial com um relatório bombástico que acusa o Brasil de ajudar a China a driblar tarifas dos EUA por meio de transbordo comercial. O país entrou na lista de alto risco de Washington, um movimento que pode redesenhar as relações comerciais nas Américas.

O assessor comercial da Casa Branca, Peter Navarro, afirma que Pequim estaria lavando exportações por outros países, e os EUA ameaçam tarifas retroativas e fiscalização com inteligência artificial. O relatório coloca o Brasil no nível 2, ao lado de Indonésia, Malásia, Tailândia, Turquia e Vietnã, enquanto Canadá, União Europeia, Índia, Israel, Japão, México, Coreia do Sul e Taiwan aparecem no nível 1.

Isso vai além de uma briga comercial: é um martelo político contra países que não se curvam à agenda tarifária de Washington. A soberania brasileira e o lugar do Brasil nas cadeias globais de suprimento estão em jogo.

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