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Sebos ao redor do mundo estão recebendo pedidos impossíveis: estoques inteiros que ficaram décadas encalhados, de repente comprados em lote por uma misteriosa empresa canadense. Os compradores não se identificam, mas os livreiros desconfiam que o cliente real é a inteligência artificial — e que os livros podem ser destruídos depois de digitalizados.

Documentos judiciais do caso da Anthropic revelaram um projeto chamado 'Panamá', com a meta ambiciosa de 'digitalizar de forma destrutiva todos os livros do mundo'. O processo inclui cortar a lombada, escanear páginas em velocidade industrial e reciclar o que sobra. Para os sebos, é ao mesmo tempo um alívio nas vendas e um dilema ético.

Com a lei de direitos autorais dos EUA permitindo esse uso 'transformador' dos livros comprados, a indústria de IA está varrendo as prateleiras de livros usados. Será que estamos alimentando máquinas com os últimos exemplares da história humana?

Os livros encalhados que têm um misterioso comprador: a inteligência artificial

Sebos ao redor do mundo estão recebendo pedidos impossíveis: estoques inteiros que ficaram décadas encalhados, de repente comprados em lote por uma misteriosa empresa canadense. Os compradores não se identificam, mas os livreiros desconfiam que o cliente real é a inteligência artificial — e que os livros podem ser destruídos depois de digitalizados.

Documentos judiciais do caso da Anthropic revelaram um projeto chamado 'Panamá', com a meta ambiciosa de 'digitalizar de forma destrutiva todos os livros do mundo'. O processo inclui cortar a lombada, escanear páginas em velocidade industrial e reciclar o que sobra. Para os sebos, é ao mesmo tempo um alívio nas vendas e um dilema ético.

Com a lei de direitos autorais dos EUA permitindo esse uso 'transformador' dos livros comprados, a indústria de IA está varrendo as prateleiras de livros usados. Será que estamos alimentando máquinas com os últimos exemplares da história humana?

Fontes