Óculos inteligentes da Meta enfrentam queixa-crime na Alemanha por gravação oculta e privacidade
O grupo alemão de direitos humanos HateAid apresentou uma queixa-crime contra a Meta, argumentando que os óculos inteligentes com câmeras discretas violam as leis de privacidade do país. A organização pede que os dispositivos sejam tratados como dashcams e bodycams, com restrições claras sobre onde podem gravar, e também mira Ray-Ban, Oakley e varejistas que vendem o produto.
A Meta afirma que os óculos foram criados com proteções de privacidade, incluindo um LED que acende durante gravações. Mas acessórios para bloquear a luz já estão à venda, e o grande problema, segundo especialistas, são as pessoas ao redor do usuário, que nunca consentiram em ser filmadas ou ter imagens processadas por sistemas de IA. A pressão aumenta para que gigantes da tecnologia repensem wearables de vigilância antes que eles se tornem ainda mais comuns.