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A inteligência artificial está avançando no agronegócio com a promessa de colheitas mais inteligentes, menos desperdício e mais lucro. Mas o campo ainda esbarra em um problema básico: dados dispersos em planilhas, cadernos e sistemas que não conversam entre si.

A pressão é enorme. O setor enfrenta cerca de 3.200 ataques cibernéticos por mês e já conta com mais de 2.000 agtechs conectadas. Sem governança de dados, interoperabilidade e segurança de verdade, a IA pode virar um passivo gigante em vez de uma revolução.

IA no agro promete revolucionar o campo, mas caos de dados e ataques cibernéticos travam o setor

A inteligência artificial está avançando no agronegócio com a promessa de colheitas mais inteligentes, menos desperdício e mais lucro. Mas o campo ainda esbarra em um problema básico: dados dispersos em planilhas, cadernos e sistemas que não conversam entre si.

A pressão é enorme. O setor enfrenta cerca de 3.200 ataques cibernéticos por mês e já conta com mais de 2.000 agtechs conectadas. Sem governança de dados, interoperabilidade e segurança de verdade, a IA pode virar um passivo gigante em vez de uma revolução.

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