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O novo filme Honestino devolve o rosto, a voz e a humanidade de Honestino Guimarães, o líder estudantil brasileiro sequestrado, torturado e assassinado pelo Estado durante a ditadura militar. O corpo dele nunca foi encontrado. Por meio de cartas, poemas, arquivos e depoimentos, o longa transforma a memória em uma acusação direta ao autoritarismo.

Em um momento de avanço da extrema direita, o filme chega como um alerta: as mesmas forças que homenagearam torturadores e zombaram das famílias dos desaparecidos voltam a ameaçar a democracia. 'Ditadura nunca mais' não é só um grito do passado, é uma convocação para as eleições de 2026.

Filme Honestino devolve rosto e voz à vítima da ditadura: nunca mais

O novo filme Honestino devolve o rosto, a voz e a humanidade de Honestino Guimarães, o líder estudantil brasileiro sequestrado, torturado e assassinado pelo Estado durante a ditadura militar. O corpo dele nunca foi encontrado. Por meio de cartas, poemas, arquivos e depoimentos, o longa transforma a memória em uma acusação direta ao autoritarismo.

Em um momento de avanço da extrema direita, o filme chega como um alerta: as mesmas forças que homenagearam torturadores e zombaram das famílias dos desaparecidos voltam a ameaçar a democracia. 'Ditadura nunca mais' não é só um grito do passado, é uma convocação para as eleições de 2026.