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Uma onda de críticas está remodelando a política progressista no Brasil e no mundo: o identitarismo, antes tratado como a grande defesa das minorias, é denunciado como uma estratégia de dividir para reinar, financiada por interesses imperialistas dos EUA. Do financiamento da Guerra Fria ao coração da cultura do cancelamento, a análise mostra como o reconhecimento simbólico foi usado para enterrar a luta de classes.

Agora, com o fim do financiamento democrata, a suposta 'patrulha identitária' perde força. Artistas, intelectuais e figuras públicas estão reagindo ao moralismo e ao autoritarismo, abrindo uma janela histórica para recolocar as pautas materiais no centro: emprego, moradia, creche, saúde e dignidade para todos os trabalhadores.

Não é a derrota das minorias — é a chance de reconstruir uma esquerda unida, baseada nas classes e na emancipação coletiva. Uma leitura essencial para quem quer uma política que vá além dos algoritmos.

Como o identitarismo financiado pelos EUA perde força — e por que a luta de classes voltou

Uma onda de críticas está remodelando a política progressista no Brasil e no mundo: o identitarismo, antes tratado como a grande defesa das minorias, é denunciado como uma estratégia de dividir para reinar, financiada por interesses imperialistas dos EUA. Do financiamento da Guerra Fria ao coração da cultura do cancelamento, a análise mostra como o reconhecimento simbólico foi usado para enterrar a luta de classes.

Agora, com o fim do financiamento democrata, a suposta 'patrulha identitária' perde força. Artistas, intelectuais e figuras públicas estão reagindo ao moralismo e ao autoritarismo, abrindo uma janela histórica para recolocar as pautas materiais no centro: emprego, moradia, creche, saúde e dignidade para todos os trabalhadores.

Não é a derrota das minorias — é a chance de reconstruir uma esquerda unida, baseada nas classes e na emancipação coletiva. Uma leitura essencial para quem quer uma política que vá além dos algoritmos.