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A notícia sacudiu o país: a Casas Bahia, uma das maiores varejistas do Brasil, entrou com pedido de recuperação judicial com uma dívida de R$ 17,3 bilhões. Ao mesmo tempo, o Habib's corre contra o tempo para evitar o mesmo destino, e a tradicional FMU vê seu pedido de recuperação escorregar para a falência. Isso não é um acidente isolado — é o sintoma de um modelo econômico tóxico construído sobre crédito barato e endividamento massivo.

Juros altos, mudanças pós-pandemia e engenharias financeiras arriscadas transformaram essas marcas em bombas-relógio. O artigo corta o ruído político: não é sobre culpar um governo, mas sobre um sistema que deixa os gigantes quebrarem enquanto os pequenos negócios ficam sem rede de proteção. A pergunta que fica: quem protege os trabalhadores e a economia quando os gigantes caem?

Casas Bahia, Habib's e FMU: os gigantes do Brasil estão quebrando sob uma bomba de R$ 17,3 bilhões em dívidas

A notícia sacudiu o país: a Casas Bahia, uma das maiores varejistas do Brasil, entrou com pedido de recuperação judicial com uma dívida de R$ 17,3 bilhões. Ao mesmo tempo, o Habib's corre contra o tempo para evitar o mesmo destino, e a tradicional FMU vê seu pedido de recuperação escorregar para a falência. Isso não é um acidente isolado — é o sintoma de um modelo econômico tóxico construído sobre crédito barato e endividamento massivo.

Juros altos, mudanças pós-pandemia e engenharias financeiras arriscadas transformaram essas marcas em bombas-relógio. O artigo corta o ruído político: não é sobre culpar um governo, mas sobre um sistema que deixa os gigantes quebrarem enquanto os pequenos negócios ficam sem rede de proteção. A pergunta que fica: quem protege os trabalhadores e a economia quando os gigantes caem?