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Um novo relatório da U.S.-China Economic and Security Review Commission mostra como a China está transformando informação bruta em ativo financeiro de verdade. Ao tratar os dados como quinto fator de produção, o país passou a permitir que empresas registrem bases de dados no balanço, usem esses ativos como garantia e até emitam títulos vinculados a eles — movimentando bilhões em valor digital antes invisível.

Para o Brasil, o momento é estratégico. Os projetos de lei 1.356/2026 e 5.960/2025 propõem unir infraestrutura de bolsas de dados a direitos reais do titular, garantindo que as pessoas participem da riqueza gerada pelas próprias informações. A ideia é transformar dados em capital sem transformar privacidade em mercadoria.

Dados como capital: o modelo chinês e a chance do Brasil de construir uma economia digital mais justa

Um novo relatório da U.S.-China Economic and Security Review Commission mostra como a China está transformando informação bruta em ativo financeiro de verdade. Ao tratar os dados como quinto fator de produção, o país passou a permitir que empresas registrem bases de dados no balanço, usem esses ativos como garantia e até emitam títulos vinculados a eles — movimentando bilhões em valor digital antes invisível.

Para o Brasil, o momento é estratégico. Os projetos de lei 1.356/2026 e 5.960/2025 propõem unir infraestrutura de bolsas de dados a direitos reais do titular, garantindo que as pessoas participem da riqueza gerada pelas próprias informações. A ideia é transformar dados em capital sem transformar privacidade em mercadoria.